mais um ano de literaturas passadas
Sempre li muito, as vezes mais as vezes menos, queria mesmo saber escrever como os grandes escrevedores... Mas não nasci poeta, nasci só eu e eu ainda não me basto. Tantos livros que nem me lembro quantos são: livros brasileiros, livros estrangeiros, livros que eu esqueço e livros de quadrinhos. Agora me aventuro em grandes sertões, difícil a desinventação da linguagem para outra que é a mesma mas não é. Como curitibana filha de pernambucana, neta de paraibana, desinventei as palavras pra poder acompanhar cumpadi meu quelemen pra escutar as suas histórias e pensar, sim, que riobaldo é um frouxo.