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mais um ano de literaturas passadas

Sempre li muito, as vezes mais as vezes menos, queria mesmo saber escrever como os grandes escrevedores... Mas não nasci poeta, nasci só eu e eu ainda não me basto. Tantos livros que nem me lembro quantos são: livros brasileiros, livros estrangeiros, livros que eu esqueço e livros de quadrinhos. Agora me aventuro em grandes sertões, difícil a desinventação da linguagem para outra que é a mesma mas não é. Como curitibana filha de pernambucana, neta de paraibana, desinventei as palavras pra poder acompanhar cumpadi meu quelemen pra escutar as suas histórias e pensar, sim, que riobaldo é um frouxo. 

O ano novo de coisas velhas

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O primeiro dia útil do ano que se iniciou trouxe algumas reflexões sobre o que é resignificar. Os dias já estão lá, uma após o outro, correndo, passando... Mas hj o tempo é novo, começa a contar novamente sobre outra ótica que acho eu, dura até mais uns dias. Deixo correr sem pressa esse ano. Quero que seja assim. Sem pressa sem me obrigar a nada.